O diretor executivo da empresa TrendOne, Nils Müller, entrou para o grupo que diz que o fim está próximo. O fim da humanidade como a conhecemos, pelo menos. Müller falou, em sua palestra na convenção Cebit, ontem, que há evidências que a próxima geração irá usar a tecnologia para fazer melhorias dinâmicas di se próprios usando a tecnologia. Seria a Era 4.0 da idade da informação.
A primeira, ainda segundo Müller, seria a era passiva da televisão. A segunda a da produção de mídia pela audiência. A terceira (atual), seria a do engajamento com a tecnologia.
Ainda segundo Müller, as crianças da próxima geração irão conversar com a web do mesmo jeito que conversamos com amigos hoje. Ambientes virtuais também serão naturais às crianças, disse o executivo, como também serão os objetos interativos dotados de chips de rádio-freqüência, os chamados RFIDs.
O interessante disso tudo é que Ray Kurzweil, até o ano passado, era tido como um techno-hippie, um maluco que falava de um apocalipse high-tech. E Vernor Vinge? É, amigo. É o cybernow sentado na sala.
E para gerar debate: estando a tecnologia tão mais presente e tão integrada ao ser humano, qual o futuro da Ficção Científica? Como ela continuará sendo a vanguarda da literatura das idéias?
P.S.: Estão esperando a resenha prometida, né? Ainda hoje será postada. E a entrevista vai rolar também. Assine o RSS e confie.