Acontece com organojóias, a apatia. Pulmões sem suspiros, nem nós nas gargantas. Somente às vezes é possível tirar dos tanques, dependendo da pureza dos campos onde o plasma primordial é extraído, e da estrutura das fábricas de processamento, um vestígio qualquer de anima. Cabelos para guitarras e os cérebros dos vivicárceres, ou as crianças implantadas nas armaduras dos pandemônios. Malaquias sempre busca alternativas e desta vez ela se chama Lucite, a invisível. Lucite, a dama de acrílico que vive na fronteira das realidades coletivas. Lucite, a horrorista, inimiga número um dos Carnavais. Sua ex, Lucite.
Ficção (trecho de conto ainda sem nome)
Outubro 22, 2008 por human2dot0
Premissa interessante e caótica. Tem tantos ganchos nessas poucas linhas que isso pode virar um romance se for bem trabalhado.
Cool
Olá, Shishikishi. Bom que gostou.
A narrativa se ramifica como artérias. E o universo é bem peculiar em todos os detalhes. Além disso é bonito.
E o melhor: é curto! (brincadeira)
Oi, Ludi. O conto tem previsão de umas 3k ou 3,5k palavras. Já tem umas 1,2k. Falta um bocado ainda. Mas devagar eu vou.:)
Mas começou bem. A frase de abertura é sensacional!