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Archive for the ‘Antologias’ Category

Saiu a relação com o conteúdo da antologia steampunk Extraordinary Engines, da Solaris Books. Deve estar nas lojas em agosto. A lista:

Steampunch, de James Lovegrove
Static, de Marly Youmans
Speed, Speed the Cable, by Kage Baker
Elementals by Ian R. MacLeod
Machine Maid, de Margo Lanagan
Lady Witherspoon’s Solution, de James Morrow
Hannah, de Keith Brooke
Petrolpunk, de Adam Roberts
American Cheetah, de Robert Reed
Fixing Hanover, de Jeff VanderMeer
The Lollygang Save the World on Accident, de Jay Lake
The Dream of Reason, de Jeffrey Ford

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Chegaram

Acabei de receber da Solaris Books nada menos que SEIS de seus títulos. Muito obrigado ao editor Mark Newton e todo o pessoal da Solaris por todo apoio e simpatia.

Um pouco sobre os títulos na foto:

Lá em cima, no lado esquerdo, temos Splinter, de Adam Roberts, descrito como um livro sobre fé, desastre e inteligência alienígena. Ainda em cima, do lado direito, está a fantasia dark Black Magic Woman, de Justin Gustainis. O livro é sobre uma dupla de investigadores do oculto contratados para libertar uma família de uma maldição mortal.

Embaixo, na esquerda, tem Blue War, de Jeffrey Thomas, e The Dragon´s Nine Sons, de Chris Roberson. Esses dois, ao meu ver, são as maiores apostas da Solaris. Blue War conta a história do detetive particular Jeremy Stake, que é contratado para investigar uma cópia orgânica de sua cidade, Punktown, crescendo na floresta e sua ligação com uma possível segunda guerra dimensional. Já The Dragon’s Nine Sons narra a guerra entre os impérios da China e de Mexica, na visão de soldados chineses em uma missão suicida, mas que logo se torna uma missão de resgate.

Por fim, no canto inferior direito, as duas novas antologias da Solaris. Na extrema direita, o Solaris Books of New Science Fiction: Volume 2. Entre os autores estão Kay Kenyon, Chris Roberson, Karls Schroeder e David Lois Edelman. Logo ao lado está o Solaris Book of New Fantasy, do qual falo neste post aqui. Poisé, eu já havia adquirido o livro. O que significa que devo fazer um giveaway desse título. Ainda não decidi o formato, se sorteio ou algum tipo de concurso. Mas vou repassar esse aí para algum leitor do Human 2.0.

—–ENGLISH VERSION—–

(without links)

Just received from Solaris Books no less than SIX of their titles. Many thanks to editor Mark Newton and all Solaris’ crew for all their support and sympathy.

About the books in the picture:

On the top left corner, we have Splinter, by Adam Roberts, described as a book about faith, disaster and alien intelligence. Still on the top, but in the right corner, it´s the dark fantasy Black Magic Woman, by Justin Gustainis. The book is about a pair of occult investigators hired to free a family from a deadly curse.

In the bottom left, there´s Blue War, by Jeffrey Thomas, and The Dragon’s Nine Sons, by Chris Roberson. These two, I guess, are the big bets of Solaris. Blue War tells the story of private detective Jeremy Stake, which is hired to investigate the organic copy of his city, Punktown, growing out in the forest and its conection with a possible second dimensional war. The Dragon’s Nine Sons is about the war between China and Mexica empires, through the vision of chinese soldiers in a suicide mission that soon becomes a rescue mission.

Finally, in the bottom right corner, two of the new Solaris anthos. In the exreme right, The Solaris Book of New Science Fiction: Volume 2. Among many authors there are Kay Kenyon, Chris Roberson, Karl Schroeder and David Lois Edelman. On its side there is The Solaris Book of New Fantasy, of which I talked about in a previous post. That´s it, I had already bought that book, which means I will make a giveaway. I haven’t decided the format, either if it will be a random selection or a contest. But I will give this one to a Human 2.0 reader.

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Finalmente, depois de três meses de espera, chegou meu Solaris Book of New Fantasy! O livro é a segunda coletânea da Solaris Books, primeira no gênero Fantasia. O livro conta com 16 contos originais de autores como Hal Duncan, Jay Lake, Jeff VanderMeer, Lucius Shepard, Tim Pratt e outros. Lerei e resenharei logo.

Falando em resenhas, aquela prometida vai entrar em breve. Segunda-feira, possivelmente, assim que receber a entrevista. Aliás, já tenho uma segunda entrevista agendada para a semana que acredito vai ser muito boa, especialmente para os fãs de FC&F não tão integrados no fandom. Aguardem.

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Paper Cities trailer

Trailer muito legal da antologia Paper Cities, editada pela Ekaterina Sedia. O livro reúne 22 contos de fantasia urbana e conta com nomes do calibre de Hal Duncan, Jay Lake, Catherynne Valente e Cat Rambo. Disponível a partir de abril. Só em inglês.

Very cool trailer of the Paper Cities anthology, edited by Ekaterina Sedia. The book has 22 short stories of urban fantasy from authors such as Hal Duncan, Jay Lake, Catherynne Valente and Cat Rambo. Available in April.

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Ultimamente venho me perguntando o que seria, ou como poderia ser, uma ficção especulativa com identidade brasileira. Uma ficção com a qual o leitor brasileiro possa se identificar diretamente. Usar elementos da mitologia indígena e afrodescendente, ou ainda o folclore nacional é importante para uma obra de fantasia brasileira? Ou ter brasileiros como protagonistas em uma space opera? O que seria uma fantasia brasileira? O que é, na prática, a FCB? Como ser brasileiro e ainda ser global? Discutam.

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Steampunk

Descobri hoje que não há apenas uma, mas DUAS antologias gringas sobre Steampunk programadas para este ano. A primeira é a Steampunk, da Tachyon, editada pelo casal Jeff & Ann VanderMeer. A segunda é a coletânea da editora britânica Solaris Books Extraordinary Engines.

A primeira sai agora em maio e a sugunda somente em outubro. Em ambas, um desfile de pesos-pesados na nova geração de escritores especulativos e mais outro monte de escritores já consagrados. A saber: Neal Stephenson, Ted Chiang, Michael Chabon, Stephen Baxter, Eric Brown, Paul Di Filippo, Hal Duncan, Jeffrey Ford, Jay Lake, Ian R Macleod, Michael Moorcock, Robert Reed, Lucius Shepard, Brian Stableford e o próprio Jeff VanderMeer.

 A diferença, além de alguns autores, é que a antologia da Tachyon traz não só ficção, mas também artigos, como Steampunk na Cultura Pop e Steampunk nos Quadrinhos. Já a coletânea da Solaris parece ser mais direta e é vendida como “a antologia definitiva” sobre o tema.

Então, temos o ressurgimento, ou fortalecimento, ou consolidação do gênero steampunk na gringolândia. Nos últimos meses surgiram blogs, flogs, revistas e até matéria na Wired falando sobre o gênero. Uma verdadeira subcultura se estabelecendo. Já deram um Google Images com o termo steampunk? Acho que foi o mesmo Jeff VanderMeer (não o cito mais no post, prometo), que disse que o steampunk vai ser a próxima big thing da literatura especulativa.

 E daí? Daí que o Brasil tem uma “era vitoriana” muito interessante. Brasil Império, negros recém-libertos, início da imigração italiana (e por conseguinte a chegada dos anarquistas), industrialização, urbanização, escritores legais para serem usados como personagens… Com um pouco de liberdade poética, tem até visita do Zeppelin no Brasil (1930). E como eu tenho essa mania de querer surfar no zeitgeist, lâmpadas a gás, criptozoologia, implantes vapornéticos e motores de diferença definitivamente devem ser alguns de meus temas esse ano. Quem me acompanha?

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