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Archive for abril \27\UTC 2008

Saiu o Nebula!

Não sei se acertei ou se errei aqui, mas quem ganhou o prêmio Nebula foi The Yidish Policemen`s Union, de Michael Chabon.

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De volta…

Estava em em Petrolina, sertão de Pernambuco, trabalhando. Voltei agora. Mais tarde, novidades no blogue.

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Wuxiapedia!

Navegando pela rede, acabei descobrindo esta pérola: Wuxiapedia! Antes, cabe a explicação. Wuxia é um gênero de ficção heróica chinesa, geralmente fantasia, cujos personagens são artistas marciais. O Tigre e o Dragão é wuxia. Herói é wuxia. Os filmes de kung fu de Hong Kong são wuxia. Apesar de mais conhecidos no ocidente a partir dos filmes de Bruce Lee, Jet Li e, recentemente, Ang Lee e Zhan Yimou, wuxia é, originalmente, um gênero de literatura.

Explicação dada, a Wuxiapedia, apesar do nome, náo é uma enciclopédia sobre o gênero. Na verdade, é o esforço de uma turma (americana, possivelmente), de traduzir obras importantes de wuxia do chinês para o inglês. Como a maioria desses livros sequer chegaram no ocidente, esse esforço é simplesmente fenomenal. No site, já tem muito material, entre romances e contos, com tradução concluída e em andamento. Um prato cheíssimo para fãs de cultura oriental, artes marciais e literatura universal.

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Fui oficialmente convidado a participar do Fantasticon 2008! Estarei em uma mesa com nada menos que Fábio Fernandes e Sérgio Kulpas falando sobre New Weird, Steampunk, New Space Opera, Dark Fantasy, entre outras coisas. Estou muito empolgado!

O Fantasticon é a convenção anual brasileira de Ficção Científica e Fantasia. Esta é a segunda edição do evento e, como no ano passado, integra o Encontro Internacional de RPG (EIRPG). O Fantasticon acontece nos dias 5 e 6 de julho no Colégio Marista Arquidiocesano (Rua Domingos de Moraes, 2565 – Vila Mariana – São Paulo – SP).

É nóis!
 

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Saiu a relação com o conteúdo da antologia steampunk Extraordinary Engines, da Solaris Books. Deve estar nas lojas em agosto. A lista:

Steampunch, de James Lovegrove
Static, de Marly Youmans
Speed, Speed the Cable, by Kage Baker
Elementals by Ian R. MacLeod
Machine Maid, de Margo Lanagan
Lady Witherspoon’s Solution, de James Morrow
Hannah, de Keith Brooke
Petrolpunk, de Adam Roberts
American Cheetah, de Robert Reed
Fixing Hanover, de Jeff VanderMeer
The Lollygang Save the World on Accident, de Jay Lake
The Dream of Reason, de Jeffrey Ford

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O camarada Renato Mota aponta este mimo que mistura arte bizarra e tecnologia. Trata-se de uma câmera fotográfica montada dentro de um crânio de 150 anos que pertenceu a uma menina de 13 anos. É feita de titânio, bronze, prata e pedras preciosas (além dos ossos). O filme fica bem no meio da caixa craniana e a lente é aquele furinho entre os olhos.

A obra é do artista Wayne Martin Belger. Em seu site, Belger expõe outras câmeras, como a Yama, que faz fotos em 3D (também montada em um crânio) e a Deer, que envolve chifres, uma placa de ferro achada no deserto, balas e marfim retirado de uma figura do Cristo do século XVIII. Fora as fotografias do rapaz.

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Já está no Museu da História do Computador, em Mountain View (Califórnia, EUA), o segundo Motor de Diferença a ser produzido no mundo. O Motor de cinco toneladas foi baseado nas plantas originais de Charles Babbage e, ao contrário do primeiro exemplar construído em 1986, está completo com uma impressora inclusa. O custo total de produção foi de US$ 900 mil, frutos da doação de um ex-executivo da Microsoft.

Charles Babbage projetou o Motor de Diferença em 1849, mas morreu em 1871 sem que a máquina fosse concluída. Genial, mas inconstante, Babbage colocou de lado o Motor, basicamente uma máquina de calcular muito sofisticada, para projetar a Máquina Analítica, este sim um computador que rodava programas. A Máquina Analítica também não foi concluída.  O Motor de Diferença número dois é capaz de calcular números com até 31 dígitos e foi construído com a precisão disponível na era vitoriana.

Update:

Cheryl Morgan aponta nos comentários que o cidadão à direita da foto possivelmente é Chris Garcia, indicado várias vezes ao prêmio Hugo e vice-presidente da Associação de Ficção Científica da Bay Area (Califórnia). Chris é da equipe do Museu de História da Computação, onde o Motor está. Cheryl informa que agora Chris está empenhado em juntar atores para uma encenação vitoriana para um evento especial no museu. Mais informações no blog de Chris. Obrigado, Cheryl (Thanks Cheryl!)

(Via Wired.com)

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