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Archive for the ‘Fandom’ Category

Quer saber como foi o Invisibilidades II? Vai aqui.

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Fui oficialmente convidado a participar do Fantasticon 2008! Estarei em uma mesa com nada menos que Fábio Fernandes e Sérgio Kulpas falando sobre New Weird, Steampunk, New Space Opera, Dark Fantasy, entre outras coisas. Estou muito empolgado!

O Fantasticon é a convenção anual brasileira de Ficção Científica e Fantasia. Esta é a segunda edição do evento e, como no ano passado, integra o Encontro Internacional de RPG (EIRPG). O Fantasticon acontece nos dias 5 e 6 de julho no Colégio Marista Arquidiocesano (Rua Domingos de Moraes, 2565 – Vila Mariana – São Paulo – SP).

É nóis!
 

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E que melhor maneira de homenagear o pai do RPG do que rolar um D20 gigante? (Via BoingBoing)

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É isso mesmo. Em seu blog, Neil Gaiman aparentemente reclamou da ausência de brasileiros inscritos no Anticipation, a 67a edição da WorldCon, a convenção mundial de Ficção Científica, mais conhecida por ser a festa do Hugo Awards. A Anticipation acontecerá em Montreal, Canadá, em agosto de 2009.

Comentando sobre o fato de haver um mapa (acima) registrando o número de membros inscritos, Gaiman destacou que “não há uma única pessoa da Europa Oriental, China ou mesmo do Brasil”. De fato, o mapa é curioso. Há mais venezualanos inscritos que brasileiros. Mais sul-africanos que brasileiros. Não somos melhores que ninguém, claro, mas a África do Sul é no meio do caminho do outro lado do mundo. Logo, distância não é desculpa.

Então, se Gaiman convidou, o mínimo é considerar a possibilidade. E aí, vamos para a Anticipation? A inscrição custa cerca de US$ 200. Tem um ano e meio até lá.

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That’s it. In his blog, it seems that Neil Gaiman complained about the absence of Brazilians attending Anticipation, the 67th WorldCon, also known as the Hugo Awards party. Anticipation will happen in Montreal, Canada, in august 2009.

Commenting about a map (above) registering the number of attending members, Gaiman said that “right now there’s no-one at all from Eastern Europe or China or even Brazil”. In fact, the map is really interesting. There are more Venezuelans attending than Brazilians. More South-Africans than Brazilians. Of course, we ain’t better than anyone, but South Africa is halfway to the other side of the planet. So distance isn’t an excuse.

So, if Gaiman invited, the least we can do is consider the possibility. What do you say, let’s go to Anticipation? Membership is about US$ 200. There’s a year and a half until then.

 

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Ok…eu amo Duna. Posso dizer que sou fanboy mesmo. Foi a primeira coisa de FC que eu li (obrigado, Wario, pelo empréstimo) e sempre entro em freak mode quando uma notícia sobre a série aparece.

Dito isto, fui na Amazon.com e descobri que o Paul of Dune sai em setembro deste ano. E no Myspace oficial de Dune tem esse banner sensacional.

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Como não idolatrar isso?

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A revista io9 decretou a morte da Ficção Científica.

Mais uma para a lista dos homicidas frustrados.

Um artigo da revista online lista cinco motivos para não se ler mais FC.  Se pelo menos houvesse algum argumento forte ou minimamente sério, tudo bem. Mas parece que a revista só quer polemizar (e está conseguindo).

A lista, seguida de argumentos e meus contra-argumentos:

  1. FC agora é a vida real. O argumento: as coisas que a FC “previu” já estão nas ruas. E o que foi previsto e não está em uso não tem muita utilidade, de qualquer forma (como Marte). Meu contra-argumento: se é assim, então, toda forma de arte morreu também. Alguns milhares de anos de civilização devem ter feito com que a humanidade não tenha mais conflito algum merecedor de um comentário artístico. Sendo a ciência, ou suas possibilidades, apenas uma dessas coisas. Né? Não! Por mais que eu concorde com Bruce Sterling (o cyber é now) SEMPRE haverá algo para a humanidade pensar. Seus caminhos, suas idéias, seus sentimentos, suas tecnologias e o impacto destas na vida das pessoas.
  2. A FC foi colonizada por autores de literatura mainstream como Cormac McArthy e Kazuo Ishiguro. A crítica enaltece esses trabalhos e ignora ficção especulativa pura. Meu contra-argumento: Isso não deveria contar como prova de sucesso da FC? O muro entre mainstream e gênero sendo derrubado? E outra…a comunicação entre autores “mainstream” e “de gênero” não é de hoje. Kurt Vonnegut? Thomas Pynchon? Doris “ganhei o Nobel” Lessing? Qualé!   
  3. FC se tornou pura fantasia. As especulações da FC se tornaram tão grandiosas que são mera fantasia. Meu contra-argumento: Bem vindo a 1895. Prazer, meu nome é H.G. Wells. Não, o homem ainda não viajou no tempo, mas sabe…eu acho que de alguma forma essa fantasia fez com que se pensasse em inovações, nas conseqüências de experimentos desse tipo, sem falar em uma maior compreensão da alma humana. Que é o que importa.
  4. A base de fãs é antiga. O público tende a acabar com o tempo. Não se vê mais gente jovem nas convenções. Meu contra-argumento: “Pobres americanos”…cá no Brasil a coisa é justamente o inverso. Mas acho esse argumento furado para lá também. Nunca houve tanta exposição da FC na mídia, justamente por causa do argumento 1.
  5. O espaço nas prateleiras está diminuindo. A FC está indo bem nos trade paperbacks, mas perdendo espaço nos pockets. Meu contra-argumento: achei que isso fosse uma questão do mercado de literatura global. Não é? As pessoas lêem menos mesmo.

Alguém aí acha que essas são boas razões para não se ler mais FC?

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A revista de tecnologia e nerdices Wired, em sua versão online, está com uma matéria muito interessante sobre a vida de Gary Gygax, criador do primeiro Role Playing Game (RPG) Dungeons & Dragons. A matéria, além de falar um monte de coisas interessantes sobre Gygax, que morreu no último dia 4, é contada, em boa parte, na segunda pessoa do singular, simulando o papel de narrador de RPG.

A reportagem, segundo a Wired, é uma celebração aos impressionantes feitos de Gygax. Que feitos são esses? Bom, em primeiro lugar ele criou um produto, um jogo, que foi traduzido em mais de 50 línguas. Também pode ser dito que ele inventou, sozinho, um ramo da indústria do entretenimento. Por fim, podemos dizer que o cara criou toda uma subcultura (a dos RPGistas).

Mas eu gosto particularmente da análise da historiadora, escritora, editora, moderadora e ditadora do orkut Ana Cristina Rodrigues: Gygax pode não ter escrito o Senhor dos Anéis, mas, sem ele, Tolkien teria sido esquecido em algum momento da história.

E assim, eu nem gosto de D&D. Na verdade, detesto esse jogo. Mas tendo em vários ourtos títulos de RPG um hobby muito querido e sabendo que, a partir deste hobby me tornei 1) leitor de FC&F e 2) escritor, faço coro com aqueles que podem dizer: sem Gygax eu não estaria aqui hoje.

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