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Archive for the ‘Steampunk’ Category

Fui oficialmente convidado a participar do Fantasticon 2008! Estarei em uma mesa com nada menos que Fábio Fernandes e Sérgio Kulpas falando sobre New Weird, Steampunk, New Space Opera, Dark Fantasy, entre outras coisas. Estou muito empolgado!

O Fantasticon é a convenção anual brasileira de Ficção Científica e Fantasia. Esta é a segunda edição do evento e, como no ano passado, integra o Encontro Internacional de RPG (EIRPG). O Fantasticon acontece nos dias 5 e 6 de julho no Colégio Marista Arquidiocesano (Rua Domingos de Moraes, 2565 – Vila Mariana – São Paulo – SP).

É nóis!
 

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Saiu a relação com o conteúdo da antologia steampunk Extraordinary Engines, da Solaris Books. Deve estar nas lojas em agosto. A lista:

Steampunch, de James Lovegrove
Static, de Marly Youmans
Speed, Speed the Cable, by Kage Baker
Elementals by Ian R. MacLeod
Machine Maid, de Margo Lanagan
Lady Witherspoon’s Solution, de James Morrow
Hannah, de Keith Brooke
Petrolpunk, de Adam Roberts
American Cheetah, de Robert Reed
Fixing Hanover, de Jeff VanderMeer
The Lollygang Save the World on Accident, de Jay Lake
The Dream of Reason, de Jeffrey Ford

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O camarada Renato Mota aponta este mimo que mistura arte bizarra e tecnologia. Trata-se de uma câmera fotográfica montada dentro de um crânio de 150 anos que pertenceu a uma menina de 13 anos. É feita de titânio, bronze, prata e pedras preciosas (além dos ossos). O filme fica bem no meio da caixa craniana e a lente é aquele furinho entre os olhos.

A obra é do artista Wayne Martin Belger. Em seu site, Belger expõe outras câmeras, como a Yama, que faz fotos em 3D (também montada em um crânio) e a Deer, que envolve chifres, uma placa de ferro achada no deserto, balas e marfim retirado de uma figura do Cristo do século XVIII. Fora as fotografias do rapaz.

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Já está no Museu da História do Computador, em Mountain View (Califórnia, EUA), o segundo Motor de Diferença a ser produzido no mundo. O Motor de cinco toneladas foi baseado nas plantas originais de Charles Babbage e, ao contrário do primeiro exemplar construído em 1986, está completo com uma impressora inclusa. O custo total de produção foi de US$ 900 mil, frutos da doação de um ex-executivo da Microsoft.

Charles Babbage projetou o Motor de Diferença em 1849, mas morreu em 1871 sem que a máquina fosse concluída. Genial, mas inconstante, Babbage colocou de lado o Motor, basicamente uma máquina de calcular muito sofisticada, para projetar a Máquina Analítica, este sim um computador que rodava programas. A Máquina Analítica também não foi concluída.  O Motor de Diferença número dois é capaz de calcular números com até 31 dígitos e foi construído com a precisão disponível na era vitoriana.

Update:

Cheryl Morgan aponta nos comentários que o cidadão à direita da foto possivelmente é Chris Garcia, indicado várias vezes ao prêmio Hugo e vice-presidente da Associação de Ficção Científica da Bay Area (Califórnia). Chris é da equipe do Museu de História da Computação, onde o Motor está. Cheryl informa que agora Chris está empenhado em juntar atores para uma encenação vitoriana para um evento especial no museu. Mais informações no blog de Chris. Obrigado, Cheryl (Thanks Cheryl!)

(Via Wired.com)

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A Clockwork Insect

 O escritor Marcelo Augusto Galvão aponta o site do artista Mike Libby, responsável pela imagem na capa da antologia The New Weird. No site, muitos insetos mecânicos cheios de engrenagens. E para quem acha que os insetos são resultado do bom e velho Photoshop, saibam que as figuras são esculturas com tamanhos entre 5″ e 8″. Todas são acompanhadas de suporte em madeira com domo de vidro. O valor de cada peça também varia. Vai de  US$ 250 a US$ 1 mil.

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The League of Justice Minded Citizenry

Dêem uma olhada no Flikr da League of Justice Minded Citizenry! Steampunk nas ruas. (Via SFSignal)

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Steampunk

Descobri hoje que não há apenas uma, mas DUAS antologias gringas sobre Steampunk programadas para este ano. A primeira é a Steampunk, da Tachyon, editada pelo casal Jeff & Ann VanderMeer. A segunda é a coletânea da editora britânica Solaris Books Extraordinary Engines.

A primeira sai agora em maio e a sugunda somente em outubro. Em ambas, um desfile de pesos-pesados na nova geração de escritores especulativos e mais outro monte de escritores já consagrados. A saber: Neal Stephenson, Ted Chiang, Michael Chabon, Stephen Baxter, Eric Brown, Paul Di Filippo, Hal Duncan, Jeffrey Ford, Jay Lake, Ian R Macleod, Michael Moorcock, Robert Reed, Lucius Shepard, Brian Stableford e o próprio Jeff VanderMeer.

 A diferença, além de alguns autores, é que a antologia da Tachyon traz não só ficção, mas também artigos, como Steampunk na Cultura Pop e Steampunk nos Quadrinhos. Já a coletânea da Solaris parece ser mais direta e é vendida como “a antologia definitiva” sobre o tema.

Então, temos o ressurgimento, ou fortalecimento, ou consolidação do gênero steampunk na gringolândia. Nos últimos meses surgiram blogs, flogs, revistas e até matéria na Wired falando sobre o gênero. Uma verdadeira subcultura se estabelecendo. Já deram um Google Images com o termo steampunk? Acho que foi o mesmo Jeff VanderMeer (não o cito mais no post, prometo), que disse que o steampunk vai ser a próxima big thing da literatura especulativa.

 E daí? Daí que o Brasil tem uma “era vitoriana” muito interessante. Brasil Império, negros recém-libertos, início da imigração italiana (e por conseguinte a chegada dos anarquistas), industrialização, urbanização, escritores legais para serem usados como personagens… Com um pouco de liberdade poética, tem até visita do Zeppelin no Brasil (1930). E como eu tenho essa mania de querer surfar no zeitgeist, lâmpadas a gás, criptozoologia, implantes vapornéticos e motores de diferença definitivamente devem ser alguns de meus temas esse ano. Quem me acompanha?

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